Inocêncio,
um baixinho mango sem namoradas, pois todas acham o rapaz “anormal” feio. Ele
pensou tenho de ser famoso nas artes ou na política. Nas artes não tinha jeito para
nada. Na política era muito honesto também não dava. Como leu alguns livros
pensou em ser escritor ou poetar. Mas não sabia como conseguir. Pensou... Se eu
for à campa, túmulo, de um escritor e pedir para esse me ajudar serão que
funciona? Ficou sabendo que para artista ou política, empresário, em alguns
casos, teria de fazer pacto com o diabo. Porém, isso teria um preço morrer de
morte trágica.
Inocêncio
foi aos túmulos dos escritores do RJ e São Paulo pedia rezava e nada de
inspiração. Mas fazenda a oração de Santa Helena que revela sonhos teve um que
dizia, para ele ler muitos livros praticar gramática e aprender línguas. Assim
quem sabe ele poderia ser escritor ou poeta. No entanto, com 95% transpiração e
inspiração só 5%.
O
aspirante a escritor seguiu o que veio por
meio do sonho e assim virou um escritor
mediano. Mas seus livros apesar de bem escritos, ele não pode divulgá-los e o
pobre escriba caiu em depressão. Pensava ele: Paulo Coelho e Chico Buarque
escreve mal e fazem sucesso. Outro como Augusto Cury, Gabriel Chalita escreve autoajuda
e o povo gosta. Será que se eu escrever coisas das quais não acredito,
fantasiar muito, faço sucesso...
Enfim,
sua honestidade intelectual não fez ir por esse caminho. Já velho morreu pobre
e sem ser reconhecido, morreu em uma biblioteca pública cercado de livros. Foi
enterrado como indigente no cemitério de Vila Formosa São Paulo.
ADÃO
NHOZINHO.
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