No
interior de São Paulo cidade de 200 mil habitantes.
Uma
senhora de 80 anos, mas lúcida, vivia com o único filho casado sem filhos. A
velha criava um gato de três cores que era o xodó de dona Maria Rita. Maria não
dava trabalho, mesmo assim o filho cismou de internar a mãe em um asilo
distante 200 km de onde moravam. Chegou o dia da viagem Maria despediu das plantas
que cuidava e dos animais um cachorro e o gato dela. No asilo não aceitaram o
gato.
Passou
seis nesses e o gato triste dava para perceber. Ele sentia saudade da dona. Não
há coisa mais comovente que um animal triste. Pois, não demorou o gato sumiu.
Andou por muitos lugares até chegar ao local onde Maria Rita estava. Chegando
lá entrou e foi para o colo da amiga. A comoção foi tanta que o abrigo aceitou
o gato ficar com dona Maria. O filho ficou com a consciência pesada duas vezes:
por ter internado a mãe e pelo sumiço do gato que ela tanto amava. Mas qual não
foi à surpresa do homem, chegando lá estava o bichano feliz com a dona dele.
O
homem resolveu tiram a mãe do asilo e pediu perdão a Deus pela maldade que
fizera. Gatos podem ser levados em um saco para longe, alguns voltam para casa antiga.
Outros não conseguem, talvez são atropelados
pelo caminho. Há relatos de gato andar
dois mil km até encontrar o dono ou casa onde morava.
Os
animais estão bem próximos de Deus, disso não tenho duvida.
ADAM
NHOZINHO
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