sábado, 20 de fevereiro de 2021
SAVANA DE LiSBRA FIM DO MUNDO.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
MEU CORPO MINHAS REGRAS
domingo, 24 de janeiro de 2021
GATO DE JULIETA, PIAUÍ.
PAPAGAIO DE RUFINA PIAUI/SP
Meus
pais viviam entrem riacho grande dom Inocêncio, Piauí a chapada Baixão dos Mendes
para o racho Piauí. Comíamos frutas n tempo de chuva e no verão era difícil
alimento para nossa espécie.
Em
1973 mês de março tudo mudou. Um menino do riacho São Pedro passava pela rodagem,
Curral Novo para Moreira logo na hora
que mamãe saía do oco nossa casa. Quando ele voltou da Casa de Estevão Romão nos
me sequestrou eu dois irmãos. Ainda sem pelagem. Isso mudou toda minha vida.
Fui levado para casa de Rufina marota, onde fomos criados com mingau e às vezes
alguma fruta. Adão, responsável, pelo meu sequestro indiretamente, saiu destino
a são Paulo nem o conheci, pois fique pequeno. Mãe Rufina deu meu irmão para Mariquinha
do Contador, o outro morreu na adolescência, fiquei só eu. Sofri solidão, pois
quando saiam todos de casa eu ficava sozinho. Certa vez um gavião faminto quase
me leva se não fosse minha valentia, lutei duro, mas escapei.
Em
1986 me levaram para São Paulo, fui viver engaiolado, tinha comida, contudo,
vivia triste sem meus parentes da espécie. Vivi por 38 anos sendo que no meu
habitat natural vivemos perto de 100 anos. Em 2011 deixei essa vida e fui para outra.
Como Brás Cuba, não deixei filhos morri virgem. Acho que foi boa essa parte. Assim
termina minha história do Piauí para São Paulo.
Papagaio
da Rufina Piaui/SP
ADAM
NHOZINHO
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
GANDAVOS E EU
Conheci
Gandavos por meio de Maria Mineira, a quem agradeço eternamente. Talvez eu seja
o mais novo dos colegas e o mais humilde. Contudo, pela minha vivência tenho alguma
coisa a contar como diz Gandavos. Contar fábula e historias. O sinônimo Gandavos
de mentiroso não acho adequado.
Michele
C Marchese resumiu tudo a respeito do projeto. Marcelo Melo falou de Luis Gonzaga
uma lenda atemporal, um dos homens mais inteligentes do Brasil e que fez história
no sentido bom da coisa. Maria Mineira como boa mineira, conta as coisas de Minas
de forma elegante. Suso Bianco o dia mais feliz da vida. Quem não teve um dia
assim.
Lourinaldo
Viotorino poetou uma coisa bela e que sintetiza
de maneira artística as coisas da vida.
Celêndian
Assis de Sousa. Uma sonhadora como é bom sonhar. Às vezes sonhamos coisas terríveis
outras que queríamos que fosse verdade, mas não, foi um sonho.
Alberto
Vasconcelos e parabéns para dona Biu. Aniversários, na maioria são ótimos, mas
alguns inesquecíveis. Nascimento,
casamento e morte, esse ruim. Rubens Quirino Santos outro poeta. Essa classe
costuma ser ouço entendida, mas quando entendemos deliciamos, viajamos, por meio
de metáforas e imagens.
Geraldinho
do engenho, as voltas que o mundo dá. As qualidades da velhice e ilusões pedidas.
Pura filosofia e da boa. Ana Bailune outra filósofa. Ana é uma Clarice Lispector introspectiva.
Jussara
Burgos: cotou uam história que já vi contada por outras pessoas. Ilusão de
ficar rico depressa por meio de ilicitude não acaba bem, e foi isso. Helena Frenzel:
A
porta. Porta é o caminho que todos de alguma forma passam. Porta para vida,
projetos sonhos e até a morte. José Soares de Melo um repórter da violência urbana.
Coisa comum nas grandes cidades. Mas hoje até no sertão há violência e muita
droga.
Mariana
Alves, filho de peixe e mundo virtual, também vemos isso quase todo dia. A internet tem esse lado
bom e ruim, que na maioria das vezes pode não dá certo.
Cristian
Dias, redes ao mar. Vida em convento se não forçada é uma coisa boa. Porém, quando
existe vocação e um coração puro. Assim foi o mudo de Sofia. Willes S. Geaquinto
um minerês. Um discípulo de Guimarães Rosa, conta as coisas da roça com criatividade,
muito bom. Glória Tancredi: A fofoca. Quem não gosta de uma fofoquinha? Hoje
então está na moda fofoca as tais FAKE NEWS. Ela pode destruir uma vida, mas
faz parte e vem desde o começo da civilização.
Denise
Coimbra. Antes que a neve caia. Escrever sobre pressão não é legal. Não flui não
anda. João batista. Mulher trabalhadeira nas fazendas paulistas. Imigrantes foram pioneiros. Os sertanejos raízes, contaram e os poetas à vida dirá
no sertão, seja no sudeste ou em outros sertões. GERSON Carvalho Silva o
telefonema. Engano e trote? Se há uma coisa chata e um telefone tocar. Nunca sabemos o que pode ser, se coisa boa ou ruim.
Socorro
Beltrão Seu João finado. Como sofre a viúva. Mas pode também ser uma libertação.
No passado as viúvas sofriam com à morte do parceiro, hoje aposenta e a fila anda.
João
batista Mitos e lenda é bem o Gandavos.
Carlos
Lopes é como Maria Mineira, um ficcionista de primeira linha. Sabe contar boas
histórias. Enfim, Patrícia C. Lopes Jesuíno, casa grande. Quem morou no interior
do Brasil conhece alguma coisa de casa grande. Isso foi na primeira leitura que
fiz, posso ver outras coisas em outras leituras. Um abraço a todos.
ADAM
NHOZINHO
domingo, 20 de dezembro de 2020
SÓ ELE SABE.
SO
ELE SABE.
Pureza
e sangue.
Lagoa
caroá fonte água limpa.
Asno
Casé, viu estrelas.
Nas
mais sós pedras brutas.
São
João do Piauí, Itaueira.
Petrolina
caviar, sudeste total.
Vila
Anastácio e Salgado...
Nativa,
São Raimundo Nonato, Piaui.
Osasco,
Alagoas maçã com buriti.
$$$
de Pedro II em santo Amaro.
Eterna
vista boa...
Enigma
indecifrável.
Não
é poesia e sim enigmas indecifráveis.
ADAM
NHOZINHO