quarta-feira, 14 de setembro de 2022

 BURRICE X IGNORÂNCIA.

Burrice falta de inteligência é do indivíduo. Mas ignorância desinformação é contagiosa. Depende de onde você se informa. Hoje até na escola em todos os níveis o cara sai estragado. Com raras exceções.
Ainda têm bons mestres e profissionais da mídia x imprensa, poucos, mas existem. Um historiador esquerdista não produz algo de isento sério. Uma jornalista da CNN Brasil disse que está escrita na bandeira brasileira: “independência ou morte”. Isso informa? Decerto que não. Imparcialidade na mídia x imprensa não existe. Quem se informa pela grande mídia nacional e regional está mal...
Por isso o sujeito deve ser seletivo e ter capacidade de interpretar tudo que Lê, vê e ouve. Para não ser manipulado e sugestionado a falar asneiras. Escrever isso da jornalista e raça (rasa).
ADAM NHOZINHO
'"Na bandeira está escrito independência ou morte', diz analista"

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

EDUCAÇÃO ALIMENTAR

 

Existem pessoas que não se alimentam de forma saudáveis porque não podem. Mas muitos são mal educados na coisa mais importante da vida o que comer e como. Na feira livre há muitas coisas boas verduras e frutas. Supermercado é preciso ser seletivo, pois têm  muitas porcarias industrializadas. Quando vejo o que é saudável e prejudicial, à saude, fico como medo! Doce só devia ser retirado das frutas.

Hoje na ouso mais açúcar algum em café e adoçante pior. Os leites de vaca industrializados estão repensando queijo idem. Proteína animal usando-a com moderação. Tenho inveja dos vegetarianos, no entanto, ainda preciso da carne.  Vejo restaurantes com olhos cautelosos.  Casas de doces e salgados quero distância.

Estou certo de que nem água sei beber tomar. De acordo com bons médicos o homem fica doente por três causas: desnutrição, intoxicação traumas psicológicos. Imagino como fica à educação em geral e política. Está explicado porque à esquerda ainda tem votos no Brasil.

É ISSO.

 

Adam Nhozinho

domingo, 8 de maio de 2022

LIXO É ÚTIL

 

Já revelou escritores, quarto de despejo. Foi poema de Manoel de Barros e Bandeira.

Serve como adubo, da comida de animais que vivem na rua. É mercadoria de reciclador e morador de rua.

Como  pesquisa para conhecer hábitos alimentares de um povo. Fernando Veríssimo em crônica fala de um namoro por meio do lixo da mulher que era observada e lida pelo lixo que colocava na rua. Do luxo sai muito lixo, mas até pobre geram lixo. É figura de linguagem. O lixo é revelador de muitas coisas e serve de aproximação de vizinhos, por ele temos uma ideia de como vive a pessoa se é rica etc.

Enfim, como é útil o lixo para sobrevivência de gente e animais.


ADAM NHOZINHO

sexta-feira, 15 de abril de 2022

TROPEIROS DO PIAUI-I

 

Sendo eu dos últimos tropeiros do Piauí, fiquei feliz em descobri colegas de outra região do estado. (João, Raimundo,  Chicô e Nezim FILHO DE João) esse ainda vivo. Hoje mora em Teresina é comerciante. Esses tropeiros eram de Bocaina interior de Picos Piaui. Faziam tropeadas no Piaui e MARANHÃO. Eles eram tropeiros mais ricos, pois tinham só burros no total de 20 animais. Andavam bem armados com rifles e pistolas de pente. Chegavam a ficar cinco meses trabalhando em terras maranhenses, Bacabal e Pedreira. Faziam fretes de couro, arroz, sal e transportaram cerâmica da região de Franca a Bocaina, Piaui.

Li um relato real de um tropeiro mineiro que andou até o sul da Bahia Caetité entre ouras regiões. Contou o bravo tropeiro da vida sofrida do povo por onde ele passou. Seca.  Viu gente morrendo de fome. Em uma pousada parada aconteceu um caso lastimável. Um casal de com os filhos comendo raízes sem sal. Eles quiseram vender uma moça para o viajante tropeiro de Minas Gerais a troca de sal. Na frente o tropeiro ficou sabendo que tinha gente na região fazendo canibalismo, comendo carne humana!

Ele seguiu viagem, mas nunca se esqueceu do ocorrido. Não levou a moça, só deu comida a eles. Até poderia ter aproveitado a miséria e levado a moça, porém como foi bem educado na religião católica deixou a moça vendida por comida. O tropeiro nordestino via coisas por onde passava inacreditáveis.

Obrigado ao rapaz que entrevistou NEZIM filho de tropeiro que também foi um na mocidade até 1952. Eu fui tropeiro até 1972.

 

ADAO RUFINA

terça-feira, 12 de abril de 2022

ULTIMO TROPEIRO ADAM NHOZINHO

 

Resumo da vida dos últimos tropeiros do Piauí eu fui um.

Quem eram os tropeiros? Eram transportadores de mercadorias do sertão para cidade. Vendiam de tudo de cal, fumo, rapadura. Farinha e tecidos, remédios etc.. Eram jornalistas, telegrafistas, parteiros e sanfoneiros. Eram delegados professores.. Os tropeiros tinham certo letramento e sabiam fazer contas. Resolviam problemas de quaisquer natureza. Certa vez. O tropeiro Gabriel Querubine resolveu um problema em Afrânio Pernambuco. O cara mexeu com uma moca e não queria casar. Gabriel convenceu-o de casar e vivar com a pobre moca órfã. Outra vez foi Alvino Soares indo a PIO IX COMO DELEGADO E TROPEIRO RESOLVEU UMA BRIGA DE FAMÍLIA POR Causa DE TERRA.

As estradas e rodovias são feitas nos caminhos dos tropeiros, onde hoje há churrascarias e postos de gasolina eram pousadas de tropeiros. Adam Nhozinho foi dos últimos tropeiros do Piauí. Viajou para Ouricuri, Bahia, Itaueira e Canto do Buriti Piaui. Adam deixou namoradinhas em Ouricuri, Bahia e Carnaíba Dom Inocêncio. Em 1973 deixou à vida de  tropeiro e saiu para são Paulo. Mas ainda hoje recorada os tempos bons e sofridos de tropeiro.

Enfim, isso seria um resumo da vida de um último tropeiro do sertão piauiense.

 

ADAM NHOZINHO

segunda-feira, 11 de abril de 2022

TROPEIRO ZÉ DA HORA

 

Aconteceu ali por volta de 1940, Oeiras, Piaui com uns tropeiros do interior de São Raimundo Nonato Piauí. Os tropeiros eram chefiados pelo tropeiro Zé da Hora que estava na feira em Oeiras vendendo cal. Zé da Hora portava uma garrucha, calibre 38 de dois canos para proteção dele e dos companheiros quatro camaradas jovens. Cinco soldados e um sargento foram desarmar José mais não deu. Levaram uma surra. Zé  sozinho brigou. Com cinco policias. Foi preciso chamar reforço e parar na delegacia que tinha um capitão como delegado. Esse ouvindo a versão de Zé da Hora, além de não o prender devolveu-lhe a pistola fez foi dar a Zé da Hora um Revólver Smith Cavalinho calibre 38 cano longo. Ainda deu uma bronca nos comandados chamando os de medíocres apanharem de um homem sozinho.

Depois de vender a cal eles foram a Floriano e Grajaú Maranhão. Lá fizeram feira e compraram algumas coisas. Mas viram uma cena inusitada de dois meninos. “Um dos meninos falou para o outro: “eu vou virar uma raposa virou”. O outro disse: “viro um cachorro e virou”. Zé da hora e os tropeiros amigos falaram esse lugar é do demo! Se crianças fazem isso imagina homens. Pegaram os animais e voltaram ao Piaui, logo seguindo para Canto do Buriti. E voltando a Moreira, Dom Inocêncio Piaui, hoje. Mas nunca esqueceram a cena macabra dos moleques do Maranhão.

Dizem que Codó no Maranhão é lugar de macumbeiros... Em síntese, fizeram boa viagem, fora esses ocorridos já  relatados: envolvimento com a policia e os moleques sobrenaturais.

 

ADAO RUFINA

domingo, 10 de abril de 2022

TROPEIRO ISAULINO VALENTE

 

Manoel Maroto e Isaulino de Boa Vista, Dom Inocêncio. Piaui eram tropeiros alugados por um comerciante da região. Viajavam para Petrolina uma viagem de mais de 500 km um mês ida e volta. A rotina era sempre a mesma: parada e dormida para descanso deles e dos animais. Pelo dia cozinhavam o almoço que na janta seria a sobra. Arroz, feijão e carne de bode. Uma rapadura ou cachaça para rebater os insetos pela noite.

Na volta chegando a Rosilho houve um acidente com um saco de açúcar que acabou em briga. O dono da tropa culpou Isaulino e Manoel que comeram açúcar derramado. Manoel aguentou calado, mas Isaulino chamou o patrão para saírem na faca. Não furou o homem, contudo, deu-lhe umas quedas o mesmo não o dispensou o tropeiro na condição de não contar a ninguém, porem, vazou e o mundo ficou sabendo da surra do tropeiro alugado no patrão. Em São Paulo Isaulino, um negrão alto e forte de 1,90m. Em SP matou um português em São Caetano do Sul, que bateu na cara dele, mas morreu na peixeira larga e grande. Foi preso e morreu louco em Pequiri e Barbacena MG.

Entre os tropeiros havia brigas e até mortes. Nesse caso só uma lição de moral no patrão bruto. Com Isaulino o “trem” era mais embaixo deu levou.

 

ADAO RUFINA